Dilma Rousseff quer ser a 1ª presidente mulher do País
Candidata: Dilma Vana Rousseff (PT)
Vice: Michel Miguel Elias Temer Lulia (PMDB)
Twitter: http://twitter.com/dilmabr
Nascimento: 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte (MG)
Estado Civil: Divorciada
Profissão: Economista
Formação: Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, trabalhou na FEE (Fundação de Economia e Estatística). Depois, organizou debates no IEPES (Instituto de Estudos Políticos e Sociais) e, com Carlos Araújo, ajudou a fundar o PDT do Rio Grande do Sul.
Histórico de filiações políticas e partidárias: Polop, Colina, VAR-Palmares, PDT e PT .
Cargos relevantes: Secretária da Fazenda de Porto Alegre; Diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Presidente da FEE; Secretária de Minas, Energia e Comunicação; Ministra de Minas e Energia e Ministra Chefe da Casa Civil.
Vice: Michel Miguel Elias Temer Lulia (PMDB)
Twitter: http://twitter.com/dilmabr
Nascimento: 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte (MG)
Estado Civil: Divorciada
Profissão: Economista
Formação: Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, trabalhou na FEE (Fundação de Economia e Estatística). Depois, organizou debates no IEPES (Instituto de Estudos Políticos e Sociais) e, com Carlos Araújo, ajudou a fundar o PDT do Rio Grande do Sul.
Histórico de filiações políticas e partidárias: Polop, Colina, VAR-Palmares, PDT e PT .
Cargos relevantes: Secretária da Fazenda de Porto Alegre; Diretora-geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Presidente da FEE; Secretária de Minas, Energia e Comunicação; Ministra de Minas e Energia e Ministra Chefe da Casa Civil.
Biografia:
Filha do poeta e empresário búlgaro Pétar Russév (naturalizado no Brasil como Pedro Rousseff) e da professora brasileira Dilma Jane Silva, Dilma Rousseff adquiriu o gosto pela leitura com o pai desde pequena, de quem herdou também o espírito libertário. Um vez que seu pai foi ligado aos movimentos de transformações na Europa.
Dilma é oriunda da classe média, e nunca passou por dificuldades financeiras quando era criança. Viveu até a juventude em uma casa em Belo Horizonte junto de seus pais, e seus dois irmãos, Igor e Zana. Nessa época ela estudava em colégios particulares de freiras.
Em 1964, enquanto estudava no Colégio Estadual Central (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos), começou a militar na Polop (Organização Revolucionária Marxista - Política Operária), organização de esquerda com forte presença no meio estudantil, à qual já pertencia seu namorado, Cláudio Galeno. Eles se casariam três anos depois, apenas no civil e sob os olhares de poucos amigos e familiares. No mesmo ano ingressou no curso de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e aderiu ao Comando de Libertação Nacional (Colina) - organização que combatia a ditadura. A participação na luta pelo fim do autoritarismo governamental deixou marcas no corpo e na memória da ex-ministra. Em 1968, ela e o marido começaram a ser perseguidos em Minas, fato que os separou e a obrigou a abandonar o curso de economia. Em julho de 1969, Colina e VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) se uniram, criando a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Apesar de ter recebido treinamento de guerrilha, Dilma nega ter participado de ações armadas; enquanto esteve na clandestinidade, usou vários codinomes, como Estela, Luiza, Maria Lúcia, Marina, Patrícia e Wanda.
Em Belo Horizonte, a família não sabia que Dilma pertencia aos grupos considerados "subversivos". A informação só veio quando a moça intelectual de óculos foi presa no centro de São Paulo, em 1970. No total, foi condenada a 6 anos e 1 mês de prisão, além ter os direitos políticos cassados por dez anos. No entanto, conseguiu redução da pena junto ao STM (Superior Tribunal Militar) e saiu da prisão no final de 1972. As sessões de tortura e a prisão duraram por quase três anos. De janeiro de 1970 a dezembro de 1972, Dilma passou os dias nos porões da Operação Bandeirantes (Oban) e do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Nestes dois departamentos, criados na Ditadura Militar, a jovem de vinte e poucos anos sofreu torturas, de diversas formas, e foi considerada pelos colegas de militância como uma pessoa bastante forte.
Morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas foi estabelecer-se em Porto Alegre, onde 1975 começou a trabalhar na FEE (Fundação de Economia e Estatística). Em 1977 formou-se em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sendo demitida da FEE após ter seu nome incluído em uma lista de "subversivos". Neste mesmo ano teve sua primeira e única filha, Paula Rousseff Araújo. Com sua filha nasceu o sentimento do fim da ditadura, e Dilma junto de seu marido engajou-se na campanha pela Anistia e organizou debates no Instituto de Estudos Políticos e Sociais (IEPES). Mais tarde, fundou o PDT com Carlos - de quem se separou, após 25 anos de casamento, em 1994.
Em 1989, fez campanha para Leonel Brizola (PDT), candidato a presidente; no segundo turno, apoiou Lula (PT). Desfiliou-se do PDT em 2001, quando entrou no PT. Em 2003, assumiu o cargo de Ministra de Minas e Energia do governo Lula. Dilma defendia um modelo que não concentrasse todo o setor nas mãos do Estado, ao mesmo tempo em que o governo buscava se aproximar do mercado. A interlocução com o capital e o comando do programa Luz para Todos foram decisivos para que Dilma se tornasse, em 2005, ministra-chefe da Casa Civil no lugar de José Dirceu. À frente de ambos os ministérios, tornou-se conhecida por ter um perfil tido como centralizador e técnico, bem como por suas fortes cobranças a ministros e assessores. Em sua gestão, também ganhou popularidade ao ser indicada pelo presidente Lula como gestora do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Considerada pela mídia como um "general", Dilma humanizou-se diante das câmeras ao relatar que estava com câncer linfático, em abril de 2009. A mulher com fisionomia sisuda e bastante séria teve de se submeter às sessões de quimioterapia e logo se recuperou. A partir daí, começou a aparecer sempre ao lado do presidente Lula, que a considera "uma mulher competente e de fibra". Por outro lado, Dilma, em suas aparições, retribui o carinho e define o presidente como uma pessoa extremamente afetuosa, de quem herdou a capacidade de dialogar.
O ar de "braveza" foi desaparecendo aos poucos, junto às suas mudanças fisionômicas, que começaram em 2008. Ajudada pelas cirurgias plásticas, as linhas de expressão, as olheiras e os olhos caídos deram espaço a um olhar mais vivo, um rosto mais liso e um corte de cabelo mais moderno, definido pelo hair stylist Celso Kamura como "iluminador". Mas as mudanças não aconteceram só externamente. Ela aprendeu com Lula uma forma mais leve de se comunicar com a população. Vez ou outra Dilma ainda escorrega no "discurso técnico", mas tem evoluído. Hoje, ela sorri mais. Atualmente, Dilma dedica-se à candidatura a Presidência da República e tem como adversários diretos José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
Dilma é oriunda da classe média, e nunca passou por dificuldades financeiras quando era criança. Viveu até a juventude em uma casa em Belo Horizonte junto de seus pais, e seus dois irmãos, Igor e Zana. Nessa época ela estudava em colégios particulares de freiras.
Em 1964, enquanto estudava no Colégio Estadual Central (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos), começou a militar na Polop (Organização Revolucionária Marxista - Política Operária), organização de esquerda com forte presença no meio estudantil, à qual já pertencia seu namorado, Cláudio Galeno. Eles se casariam três anos depois, apenas no civil e sob os olhares de poucos amigos e familiares. No mesmo ano ingressou no curso de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e aderiu ao Comando de Libertação Nacional (Colina) - organização que combatia a ditadura. A participação na luta pelo fim do autoritarismo governamental deixou marcas no corpo e na memória da ex-ministra. Em 1968, ela e o marido começaram a ser perseguidos em Minas, fato que os separou e a obrigou a abandonar o curso de economia. Em julho de 1969, Colina e VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) se uniram, criando a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Apesar de ter recebido treinamento de guerrilha, Dilma nega ter participado de ações armadas; enquanto esteve na clandestinidade, usou vários codinomes, como Estela, Luiza, Maria Lúcia, Marina, Patrícia e Wanda.
Em Belo Horizonte, a família não sabia que Dilma pertencia aos grupos considerados "subversivos". A informação só veio quando a moça intelectual de óculos foi presa no centro de São Paulo, em 1970. No total, foi condenada a 6 anos e 1 mês de prisão, além ter os direitos políticos cassados por dez anos. No entanto, conseguiu redução da pena junto ao STM (Superior Tribunal Militar) e saiu da prisão no final de 1972. As sessões de tortura e a prisão duraram por quase três anos. De janeiro de 1970 a dezembro de 1972, Dilma passou os dias nos porões da Operação Bandeirantes (Oban) e do Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Nestes dois departamentos, criados na Ditadura Militar, a jovem de vinte e poucos anos sofreu torturas, de diversas formas, e foi considerada pelos colegas de militância como uma pessoa bastante forte.
Morou em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas foi estabelecer-se em Porto Alegre, onde 1975 começou a trabalhar na FEE (Fundação de Economia e Estatística). Em 1977 formou-se em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sendo demitida da FEE após ter seu nome incluído em uma lista de "subversivos". Neste mesmo ano teve sua primeira e única filha, Paula Rousseff Araújo. Com sua filha nasceu o sentimento do fim da ditadura, e Dilma junto de seu marido engajou-se na campanha pela Anistia e organizou debates no Instituto de Estudos Políticos e Sociais (IEPES). Mais tarde, fundou o PDT com Carlos - de quem se separou, após 25 anos de casamento, em 1994.
Em 1989, fez campanha para Leonel Brizola (PDT), candidato a presidente; no segundo turno, apoiou Lula (PT). Desfiliou-se do PDT em 2001, quando entrou no PT. Em 2003, assumiu o cargo de Ministra de Minas e Energia do governo Lula. Dilma defendia um modelo que não concentrasse todo o setor nas mãos do Estado, ao mesmo tempo em que o governo buscava se aproximar do mercado. A interlocução com o capital e o comando do programa Luz para Todos foram decisivos para que Dilma se tornasse, em 2005, ministra-chefe da Casa Civil no lugar de José Dirceu. À frente de ambos os ministérios, tornou-se conhecida por ter um perfil tido como centralizador e técnico, bem como por suas fortes cobranças a ministros e assessores. Em sua gestão, também ganhou popularidade ao ser indicada pelo presidente Lula como gestora do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Considerada pela mídia como um "general", Dilma humanizou-se diante das câmeras ao relatar que estava com câncer linfático, em abril de 2009. A mulher com fisionomia sisuda e bastante séria teve de se submeter às sessões de quimioterapia e logo se recuperou. A partir daí, começou a aparecer sempre ao lado do presidente Lula, que a considera "uma mulher competente e de fibra". Por outro lado, Dilma, em suas aparições, retribui o carinho e define o presidente como uma pessoa extremamente afetuosa, de quem herdou a capacidade de dialogar.
O ar de "braveza" foi desaparecendo aos poucos, junto às suas mudanças fisionômicas, que começaram em 2008. Ajudada pelas cirurgias plásticas, as linhas de expressão, as olheiras e os olhos caídos deram espaço a um olhar mais vivo, um rosto mais liso e um corte de cabelo mais moderno, definido pelo hair stylist Celso Kamura como "iluminador". Mas as mudanças não aconteceram só externamente. Ela aprendeu com Lula uma forma mais leve de se comunicar com a população. Vez ou outra Dilma ainda escorrega no "discurso técnico", mas tem evoluído. Hoje, ela sorri mais. Atualmente, Dilma dedica-se à candidatura a Presidência da República e tem como adversários diretos José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
O vice Michel Temer
Nome Completo: Michel Miguel Elias Temer Lulia
Data de Nascimento: 23/09/1940
Profissões: Advogado e Professor
Filiação: Miguel Elias Temer Lulia e March Barbar Lulia
Legislatura: 1987-1991, 1991-1995, 1995-1999, 1999-2003, 2003-2007 e 2007-2011.
Mandatos: Deputado Federal (Constituinte), 1987-1991, SP, PMDB; Deputado Federal (Congresso Revisor), 1993-1995, SP, PMDB; Deputado Federal, 1995-1999, SP, PMDB; Presidente da República (Interino), 27/01/1998-31/01/1998; Presidente da República (Interino), 15/06/1999; Deputado Federal, 1999-2003, SP, PMDB. Dt. Posse: 01/02/1999; Deputado Federal, 2003-2007, SP, PMDB. Dt. Posse: 01/02/2003; Deputado Federal, 2007-2011, SP, PMDB. Dt. Posse: 01/02/2007.
Filiação Partidária: PMDB, 1981-.
Atividades Partidárias: Líder do PMDB, 3/2/1995-5/2/1997; Líder do Bloco PMDB/PSD/PSL/PSC, 1996-1997; Presidente Nacional do PMDB, 9/2001-3/2004, 3/2004-3/2007, 3/2007-3/2009.
Biografia:
Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu em Tietê (SP), no dia 23 de setembro de 1940. Seu pai, Miguel Temer de origem libanesa, comprou uma chácara e instalou uma máquina de beneficiamento de arroz e café na região. Enquanto o irmão mais velho, Tamer, ajudava o pai nos negócios, Temer e os outros seis irmãos menores foram estudar na capital paulista. Aos 16 anos, iniciou o clássico (atual ensino médio) e, anos depois, entrou na tradicional Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Temer doutorou-se pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e dirigiu o curso de pós-graduação da Faculdade de Direito da PUC-SP. Também foi professor fundador da FADITU- Faculdade de Direito de Itu, inaugurada em 11 de agosto de 1969, de onde foi titular da cadeira de Direito Constitucional por 14 anos (1969 a 1984). Neste período, também foi vice-diretor (1975 a 1977) e diretor da instituição (1977 a 1980). Hoje, é considerado um dos maiores constitucionalistas do País.
Iniciou a carreira política como oficial de gabinete de seu ex-professor Ataliba Nogueira, secretário de Educação de Adhemar de Barros. Michel Temer foi procurador-geral do Estado em 1983 e deixou o cargo para ser secretário de Segurança Pública de São Paulo. Fez gestão marcante e voltou a ocupar o mesmo cargo no início dos anos 90. No comando da Secretaria de Segurança Pública, Michel Temer adotou ideias modernas, posteriormente reconhecidas e tidas como modelo em todo o País. Após receber, em 1985, uma comissão que denunciava o espancamento de mulheres e o descaso de autoridades diante dos crimes, criou a primeira Delegacia da Mulher no Brasil. Na mesma época, instituiu a Delegacia de Proteção aos Direitos Autorais, importante instrumento de combate à pirataria. Na primeira administração à frente da secretaria de Segurança Pública recebeu grande estímulo para disputar um cargo eletivo. Confidenciou ao então governador Franco Montoro um grande sonho: participar da Assembleia Nacional Constituinte, em 1986. Montoro incentivou-o a ir em frente. Elegeu-se deputado constituinte pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e participou ativamente da Assembleia Nacional Constituinte, tendo se destacado pela posição moderada, sóbria e pelo grande conhecimento de direito constitucional. Após a Constituinte, foi reeleito deputado federal e já exerce o seu sexto mandato - todos pelo PMDB. Licenciou-se do cargo somente para reassumir a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e, depois, a de Estado, durante o governo de Luiz Antonio Fleury.
Foi escolhido três vezes presidente da Câmara dos Deputados, em 1997, 1999 e 2009. Sua primeira gestão inovou ao abrir a Casa para a sociedade com a criação de importante sistema de comunicação, responsável por noticiar o trabalho dos parlamentares e os grandes debates travados no plenário e nas comissões. Nesse período, a Câmara discutiu e votou vários projetos que alteraram a estrutura do Estado brasileiro, com mudanças de grande repercussão para a modernização das instituições nacionais. Na condição de presidente da Câmara, assumiu a presidência da República interinamente por duas vezes: de 27 a 31 de janeiro de 1998 e em 15 de junho de 1999. Em poucos meses deste terceiro mandato como presidente, marcou sua gestão. Para impedir o trancamento de pauta pelas Medidas Provisórias editadas pelo Executivo, Temer ofereceu nova interpretação constitucional. Segundo ele, uma MP somente trava a votação de matérias que podem ser objeto de medida provisória. Assim, a votação de Propostas de Emenda à Constituição, Resoluções e Projetos de Lei Complementar, entre outras matérias elencadas no §1º do art. 62, não poderiam ser barradas. Com essa decisão, amplamente acolhida no meio jurídico e no âmbito legislativo, a Câmara retomou as votações de matérias relevantes para a sociedade. Desde 2001, Michel Temer é, também, presidente nacional do PMDB.
Temer doutorou-se pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e dirigiu o curso de pós-graduação da Faculdade de Direito da PUC-SP. Também foi professor fundador da FADITU- Faculdade de Direito de Itu, inaugurada em 11 de agosto de 1969, de onde foi titular da cadeira de Direito Constitucional por 14 anos (1969 a 1984). Neste período, também foi vice-diretor (1975 a 1977) e diretor da instituição (1977 a 1980). Hoje, é considerado um dos maiores constitucionalistas do País.
Iniciou a carreira política como oficial de gabinete de seu ex-professor Ataliba Nogueira, secretário de Educação de Adhemar de Barros. Michel Temer foi procurador-geral do Estado em 1983 e deixou o cargo para ser secretário de Segurança Pública de São Paulo. Fez gestão marcante e voltou a ocupar o mesmo cargo no início dos anos 90. No comando da Secretaria de Segurança Pública, Michel Temer adotou ideias modernas, posteriormente reconhecidas e tidas como modelo em todo o País. Após receber, em 1985, uma comissão que denunciava o espancamento de mulheres e o descaso de autoridades diante dos crimes, criou a primeira Delegacia da Mulher no Brasil. Na mesma época, instituiu a Delegacia de Proteção aos Direitos Autorais, importante instrumento de combate à pirataria. Na primeira administração à frente da secretaria de Segurança Pública recebeu grande estímulo para disputar um cargo eletivo. Confidenciou ao então governador Franco Montoro um grande sonho: participar da Assembleia Nacional Constituinte, em 1986. Montoro incentivou-o a ir em frente. Elegeu-se deputado constituinte pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e participou ativamente da Assembleia Nacional Constituinte, tendo se destacado pela posição moderada, sóbria e pelo grande conhecimento de direito constitucional. Após a Constituinte, foi reeleito deputado federal e já exerce o seu sexto mandato - todos pelo PMDB. Licenciou-se do cargo somente para reassumir a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e, depois, a de Estado, durante o governo de Luiz Antonio Fleury.
Foi escolhido três vezes presidente da Câmara dos Deputados, em 1997, 1999 e 2009. Sua primeira gestão inovou ao abrir a Casa para a sociedade com a criação de importante sistema de comunicação, responsável por noticiar o trabalho dos parlamentares e os grandes debates travados no plenário e nas comissões. Nesse período, a Câmara discutiu e votou vários projetos que alteraram a estrutura do Estado brasileiro, com mudanças de grande repercussão para a modernização das instituições nacionais. Na condição de presidente da Câmara, assumiu a presidência da República interinamente por duas vezes: de 27 a 31 de janeiro de 1998 e em 15 de junho de 1999. Em poucos meses deste terceiro mandato como presidente, marcou sua gestão. Para impedir o trancamento de pauta pelas Medidas Provisórias editadas pelo Executivo, Temer ofereceu nova interpretação constitucional. Segundo ele, uma MP somente trava a votação de matérias que podem ser objeto de medida provisória. Assim, a votação de Propostas de Emenda à Constituição, Resoluções e Projetos de Lei Complementar, entre outras matérias elencadas no §1º do art. 62, não poderiam ser barradas. Com essa decisão, amplamente acolhida no meio jurídico e no âmbito legislativo, a Câmara retomou as votações de matérias relevantes para a sociedade. Desde 2001, Michel Temer é, também, presidente nacional do PMDB.
Agora você conhece um pouco do histórico da candidata e de seu vice, faça o download abaixo de arquivo em PDF que contem as propostas dessa coligação PT-PMDB.
Propostas de governo de Dilme Rousseff e Michel Temer
Gastos previstos para a campanha: R$ 157 milhões
Patrimônio do candidato e do vice: Dilma Roussef: R$ 1.066.347,47 / Michel Temer: R$ 6.052.779,19
Eu sei que o texto é um pouco grande, tanto as biografias quanto a proposta de governo, mas peço que você estimado leitor, leia e se informe, e vote consciente, lembre-se que o seu voto decidirá o futuro da nação. Em breve o perfil dos outros candidatos.
Fontes:







15:43
Unknown
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